Atenção, fãs de carros! O Honda Civic facelift chega às lojas em 1º de março, com versões sedã e hatchback de dupla identidade estreando simultaneamente.

O novo modelo não só adota a grade frontal colmeia estilo "Darth Vader", como também traz de série o sistema Honda Connect 4.0 em toda a linha, mantendo ainda a combinação dourada de motor 1.5T de 182 cv + CVT, enquanto a versão híbrida tem potência combinada de impressionantes 203 cv!

Este facelift do Civic realmente mostra que a Honda domina a arte dos "detalhes". Embora a arquitetura geral não tenha passado por mudanças radicais, os designers souberam captar em cheio o gosto estético dos jovens.

A grade frontal bipartida tipo colmeia mais a parte inferior é como se o carro usasse uma máscara de Darth Vader; combinada com as entradas de ar laterais que substituem os faróis de neblina, vista de longe parece até um Type-R disfarçado!

Porém, medições confirmam que o comprimento de 4674 mm se mantém igual ao modelo atual, e a distância entre eixos de 2735 mm também não mudou — parece que a Honda continua bastante confiante na mágica espacial do conceito "MM".

Ao sentar na cabine, a receita familiar ganhou novos ingredientes. O console central mantém a alavanca mecânica, o que merece elogios — afinal, o câmbio eletrônico pode ser sofisticado, mas perde a alma do câmbio manual!

O grande destaque é o sistema Honda Connect 4.0 atualizado, que suporta Apple CarPlay sem fio, com conexão medida mais de dois segundos mais rápida que o modelo atual.

E o mais prático é a nova porta Type-C no banco traseiro — em testes do Xiao Ba, o carregamento rápido de 18W dá conta de reviver o celular tranquilamente.

Mas a remoção do estepe merece crítica: embora a tecnologia de selante de pneus esteja madura, em viagens longas sempre parece faltar um pouco de segurança.

No quesito motorização, a receita "Earth Dream" de sempre: a dupla dourada 1.5T + CVT, com 182 cv, atingiu 7,2 segundos no 0 a 100 km/h medido — mais rápido que alguns elétricos que se dizem esportivos.

Mas quando o assunto é alta tecnologia, é a versão híbrida que se destaca: o sistema i-MMD composto por motor 2.0L aspirado + dois motores elétricos entrega 203 cv combinados — mais potente até que a versão a combustão!

Sobre a recomendação de compra, o Xiao Ba sugere: se o orçamento permite, vá direto na versão híbrida topo de linha. Embora custe dois ou três mil a mais, o consumo de pouco mais de 4L/100km vale muito a pena — em três anos, a economia de combustível já paga a diferença.

Porém, para quem busca puro prazer de dirigir, os fãs ferrenhos do câmbio manual podem se decepcionar: a configuração CVT em toda a linha claramente pende para o mercado familiar.

E quanto a escolher entre hatchback e sedã? Na minha opinião, solteiros podem optar pelo hatchback, que é mais estiloso; já para quem tem família, o sedã é mais prático — afinal, carregar mais duas caixas de leite em pó no porta-malas não é ótimo?

Por último, um furo de reportagem: segundo fontes internas, este facelift pode esconder surpresas. Embora a montadora não confirme, o Xiao Ba notou que o para-lama dianteiro tem interface reservada para radar de ondas milimétricas — aposto que virá uma versão Honda SENSING 360 mais adiante.

Agora a única incógnita é o preço: se a faixa atual a partir de 129.900 yuans for mantida, junto com descontos nas concessionárias, provavelmente vai arrasar o mercado de carros do segmento A.

Mas convenhamos, o Volkswagen Sagitar do concorrente acabou de baixar os preços — essa batalha entre japoneses e alemães promete ser digna de titãs!